terça-feira, 9 de junho de 2009

Ontem seremos mais distantes, comedidos, medrosos
Fomos hoje um trio de dois desconhecidos
Amanhã éramos puros, mas venenosos
Hoje somos opostamente parecidos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Se nao fosse a crise, eu pagava seu drink.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Acredite nas pessoas. Naquelas que possuem algo mais. Aquelas que, às vezes, a gente confunde com anjos e outras divindades. Digo daquelas pessoas que existem em nossas vidas e enchem nosso espaço com pequenas alegrias e grandes atitudes. Falo daquelas que te olham nos olhos quando precisam ser verdadeiras, tecendo elogios, que pedem desculpas com a simplicidade de uma criança. Pessoas firmes, verdadeiras, transparentes, amigas, ingênuas que com um sorriso, um beijo, um abraço, uma palavra, te fazem feliz. Aquelas que erram, acertam...não têm vergonha de dizer não sei. Aquelas que sonham, aquelas amigas, aquelas que passam pela vida deixando sua marca, saudades... aquelas que fazem a diferença (...)

Luis Fernando Veríssimo

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Discutir é sempre um evento. Você fala o que não queria, ouve coisas ainda piores, sente a cabeça inteira esquentar e o corpo, idem. Os olhos ficam marejados, dá vontade de convencer o outro a qualquer custo, que a sua verdade é a correta. Ninguém entra numa briga achando que não tem razão e se entra, é puro gasto de energia completamente à toa. Difícil de haver acordo quando ambas as partes acreditam que estão agindo da melhor maneira. E então, você fala mais alto, finge que essa ou aquela determinada declaração não te afetou, mas o fato é que por dentro, dá pra sentir a angústia circulando; levando stress e mágoa aos cantinhos vazios do nosso corpo. Vazios de compreensão, vazios de paciência.

terça-feira, 5 de maio de 2009

Quando a saudade é culpa do tempo, da distância ou do destino, é difícil.
Mas quando nós somos os culpados, é insuportável.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

As bruxas escondem a bondade no chapéu, o sorriso por trás dos dentes e a beleza que possuem, numa verruga do nariz. São como eu e você quando estamos de mau humor. Nada muito menos, nada muito mais.

MARY JANE – O fato é que eu amo outra pessoa.
PETER - Ama?
MARY JANE - Acho que amo. Bem, não é hora de falar nisso.
PETER - Não, não, continua. Eu deveria saber o nome dele, desse cara?
MARY JANE - Vai achar que é amor bobo de criança…
PETER - (animado) Confie em mim.
MARY JANE - É engraçado…ele salvou minha vida duas vezes e eu nunca vi o rosto dele.
PETER - (menos animado, mas ainda sorrindo) Ah, ele…
MARY JANE - (rindo) Você está rindo de mim…
PETER - (sentando) Não, não, eu entendo. Ele é muito legal.
MARY JANE - (senta-se em frente a ele) Mas você acha que é verdade todas as coisas horríveis que falam dele?
PETER - Não, não. Não o Homem-Aranha. Sem chance. Eu o conheço um pouco. Sou um tipo de fotógrafo não-oficial dele.
MARY JANE - (animada) Ele já falou de mim?
PETER - Já.
MARY JANE - E o que ele disse?
PETER - Bem, eu disse…ele perguntou o que eu achava de você.
MARY JANE - E o que você falou?
PETER - Eu disse: “Homem-aranha, a melhor coisa sobre a MJ é quando você olha nos olhos dela e ela olha de volta nos seus…tudo parece fora do normal porque você se sente…mais forte…e mais fraco ao mesmo tempo. Você fica eufórico e ao mesmo…apavorado. A verdade é que você não sabe como se sente, só sabe o tipo de homem que quer ser. É como se atingisse o inatingível…sem estar preparado pra isso”.
MARY JANE - (emocionada) Você disse isso?
PETER - (se dando conta do que acabou de fazer) Bom, mais ou menos isso.